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Povo de Luta se movimenta e reúne cerca de mil pessoas em duas grandes reuniões rumo a 2026

  • 27 de jul.
  • 2 min de leitura

Não é todo dia que uma candidatura reúne cerca de mil pessoas em poucas semanas. Foi o que aconteceu com o Povo de Luta: mais de 300 pessoas em Palmas e mais de 500 em Araguaína, todas em torno de uma mesma ideia, a de que o Tocantins precisa de vozes que venham das lutas populares, das classes trabalhadoras, e não da velha política.


Reunidas sob a candidatura coletiva Povo de luta, essas vozes formam um mosaico que se parece com o próprio povo tocantinense. É gente que já estava na linha de frente muito antes de qualquer campanha.


Está lá Rose, sindicalista da educação, com a experiência de quem organiza a categoria e sabe o peso de uma sala de aula. O Cristian, advogado dos direitos humanos, que faz da defesa da dignidade das pessoas um trabalho diário. Está o Bismarque, do Movimento Nacional de Luta pela Moradia (MNLM), que conhece de perto o direito de cada família ter um teto. Está a Francinete, professora universitária do Bico do Papagaio, uma das regiões mais aguerridas do estado, terra de resistência histórica. E está a Francisca, que peitou grandes lutas pelos concursos públicos da educação, defendendo que quem passa seja, de fato, chamado.


Não é por acaso que o coletivo tem rosto de mulher. Com forte representação feminina e feminista, o Povo de Luta traz para o centro do debate quem sempre segurou a barra das comunidades, nas escolas, nos bairros, nos movimentos.


Partindo também de uma longa trajetória de representação do povo Tocantinense, em 2022, a candidatura somou cerca de 4 mil votos. Em 2024, para vereança, chegou a 1.200 votos em Palmas. E agora, em 2026, o Povo de Luta volta à disputa como pré-candidatura, com uma base que cresce a cada ciclo e a cada reunião lotada. Quem viu Palmas e Araguaína cheias entende: existe movimento, existe massa, existe futuro e existe programa.

O Povo de Luta Fala do direito à cidade e do direito ao campo. Fala de educação pública e da valorização de quem a faz acontecer. Fala dos direitos humanos, da classe trabalhadora e dos profissionais que sustentam o serviço público. Fala da diversidade dos povos e das comunidades tradicionais do Tocantins, que precisam ser ouvidas e respeitadas. E fala, sem meias palavras, em defesa do presidente Lula e da soberania da nossa pátria.


É essa soma, representatividade, luta e história, que faz do Povo de Luta uma candidatura para movimentar massas, levantar as pautas que importam e disputar, com chances reais, um espaço para representar o povo Tocantinense.


O Tocantins da luta tem nome, tem rosto, tem coletivo e tem pressa de ser representado.


 
 
 

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